Orixas

Os orixás (yoruba Òrìsà; em espanhol Oricha; em inglês Orisha) são ancestrais divinizados africanos que correspondem a pontos de força da Natureza e os seus arquétipos. Estão relacionados às manifestações dessas forças. As características de cada Orixá aproxima-os dos seres humanos, pois eles manifestam-se através de emoções como nós. Cada orixá tem ainda o seu sistema simbólico particular, composto de cores, comidas, cantigas, rezas, ambientes, oferendas, espaços físicos e até horários. Como resultado do sincretismo que se deu durante o período da escravatura, cada orixá foi também associado a um santo católico, devido à imposição do catolicismo aos negros. Fonte: Wikipedia

Como entendemos os orixás na ASSEMA

Orixas são energias da natureza, usamos nomes da mitologia Yorubá para nominar estas energias. O Orixa não vem ao terreiro, quem traz estas energias para a terra, são espíritos aos quais chamamos de falangeiros. Estes espíritos se agregam a falange de determinado Orixa por afinidade energética. Temos também uma categoria de espíritos que na ASSEMA, chamamos de Encantados ou Elementares (espíritos que nunca tiveram uma encarnação terrena).

Filiação de Orixá

Uma das primeiras coisas que o novo médium e muitas vezes até as pessoas da assistência querem num terreiro de Umbanda é saber qual seu Orixá de frente, de qual Orixa ele é filho. O entendimento da ASSEMA sobre este assunto, é um tanto diferente do que se vê na maioria dos terreiros, isto se explica pelo aprofundamento que temos nas questões doutrinarias da religião. Primeiro temos de entender o que Orixas, para nós são elementos da natureza. Nosso planeta é um sistema natural inteligente, onde tudo se completa, veja a relação:

Sol – Oxalá

Minério – Ogum

Fogo – Xangô

Terra – Obaluaê

Vento – Iansã

Chuva – Nanã

Vegetais – Oxóssi

Água doce – Oxum

Água salgada – Iemanjá

A importância de todas as energias

Pois bem feito esta relação, vemos que se faltar qualquer um destes elementos, nosso sistema natural entraria em colapso. Nós fazemos parte deste sistema, portanto carregamos todas estas energias, se por um acaso alguma dela não fizesse parte ou estivesse em falta, fatalmente entraríamos em desequilíbrio, sendo assim podemos dizer que somos filhos de todos os Orixás, que carregamos todos eles conosco. O que ocorre é que em alguns momentos de nossa vida um ou outro Orixá, pode estar vibrando mais ou nós podemos estar mais sensível a esta ou aquela energia.

 

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Arquétipo Orixá/médium

Esta procura pela Orixá de frente causa um outro fenômeno: o médium que absorve o arquétipo do Orixá. Há uma mania no meio Umbandista, que tenta dar características Humanas ao Orixá, que no meu entender não cabe em nossa religião, pois a religião que faz esta humanização dos Orixás é o Candomblé, e não a Umbanda.

Enquanto na umbanda Orixás são forças da natureza, no entendimento do Candomblé orixás são seres que tiveram passagem pelo nosso mundo e assumiram poderem de comandar estas energias. Por terem passado por nosso mundo, este Orixás carregaram consigo qualidades e imperfeições que são naturais dos homens.

No entender do Candomblé, os Orixás amaram, odiaram, traíram, tiveram ciúmes, foram egoístas, invejosos, cometeram incesto, etc… Algumas pessoas tentam justificar atitudes de sua vida, com seu “Orixa de Frente”, por exemplo: Uma mulher que é namoradeira, que não se contenta com um companheiro, justifica isto pelo fato de ser filha de Iansã.

Ocorre que se for assim teríamos de trazer para a Umbanda toda a mitologia dos Orixas Africanos, pois ai são 9 Iansãs, cada uma com suas características próprias, se existiu uma Iansã namoradeira, existiu também uma Iansã recatada, submissa, tímida.

Conclusão sobre Orixas

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